As Sports Techs e a Era BeTheNext

As Sports Techs e a Era BeTheNext

Via Assessoria de Imprensa BeTheNext | 08 de novembro de 2021.
4 minutos de leitura.

 

A BeTheNext completa neste mês de novembro 3 anos de história, e preparamos uma matéria super especial para você entender mais sobre a nossa Startup e como funcionam os serviços dessa que, já é, uma das mais inovadoras empresas do mercado de tecnologia esportiva do Brasil!

#letsbethenext

 

Com o consumidor cada vez mais exigente, principalmente nos dias de hoje, além da carência de investimentos e de inovação a tendência do mercado esportivo é recorrer às soluções ágeis, criativas e baratas que otimizem suas operações. Em um mercado que movimenta cerca de US$ 8 bilhões anualmente no Brasil, as sports techs- startups com tecnologias aplicadas ao mercado esportivo – vêm ganhando destaque. São empresas que propõem soluções tecnológicas que podem ir de ciência de dados e inteligência artificial até plataformas de gestão de treinos e exercícios. De acordo com estudo da aceleradora Liga Ventures em parceria com a Brazil Sports Tech, há no Brasil mais de 130 startups no setor, em 10 Estados. Ainda uma quantidade muita pequena diante de um mercado gigantesco. Uma das Startups que vêm ganhando destaque é a curitibana BeTheNext (seja o próximo na tradução para o português), fundada pelo ex-atleta de voleibol Felipe Bueno (vulgo Gaúcho). A empresa consta no estudo da Liga Ventures na categoria ‘Conexão e Busca por Oportunidades’, sendo a única que figura oferecendo um serviço de intermediação esportiva para todas as modalidades, categorias e gêneros. Devido à esse escopo, a BeTheNext vem sendo chamada de “LinkedIn do Esporte”. Vamos então falar um pouco mais sobre essa Startup e como ela propõe revolucionar o mercado empresarial esportivo? 

O networking, em tempos de incertezas no esporte, nunca foi tão valorizado. A Startup Curitibana BeTheNext propõe revolucionar o mercado de intermediação esportiva e está desenvolvendo aquela que será, em breve, a maior rede social do mundo dedicada ao esporte e geradora de negócios para as entidades esportivas. A transição da categoria de base para a “possível” profissional é marcada por um turbilhão de dúvidas, julgamentos, cobranças familiares e muitas mudanças… às vezes dói, mas… é parte inevitável do processo de crescimento no esporte. Pesquisas recentes indicam que o índice de promissores atletas com idade entre 10 e 20 anos que desistem do sonho de se tornar um profissional, pode chegar até 96%. 

Os principais fatores para esse impressionante percentual são: 

1- deficiências na estrutura física e saúde financeira de clubes e entidades como federações, associações, etc.;

2- falta de apoio dos pais, familiares ou substitutos, que na grande maioria das vezes “jogam contra” o sonho do atleta; 

3- dificuldades em serem vistos, achados ou descobertos, considerando a característica geográfica do país. 

Eis que então a BeTheNext surge para resolver esse terceiro fator crítico do mercado esportivo, já que os dois primeiros dificilmente poderão ser remediados numa perspectiva futura. O nome da Startup vem justamente da crença do fundador de que que todo atleta deve ter a mesma oportunidade de ser descoberto no mundo dos esportes e que a tecnologia deve ser uma aliada nesse processo. “Todos aqueles que levam o seu esporte à sério, merecem uma chance de ‘ser o próximo’ medalhista olímpico da natação, ou ainda quem sabe de ‘ser o próximo’ recordista mundial do atletismo ou simplesmente de ‘ser o próximo’ atleta contratado por um clube de futebol da série C”, diz Felipe Bueno, idealizador da Startup, que é um ex-atleta de voleibol e que sentiu na pele no início dos anos 2000 essas dificuldades vividas pela grande massa de esportistas. 

“A nossa missão inicial de ser apenas uma vitrine de atletas está definitivamente para trás. Não somos uma empresa que está apenas em busca dos próximos talentos. Nossa missão é conectar atletas à entidades, garantindo mais oportunidades, para que se tornem esportistas mais perseverantes e competitivos”, afirma Felipe Bueno. “Ter seu perfil na plataforma torna-se nos dias de hoje inevitável a qualquer atleta de qualquer categoria, gênero, modalidade e status social, mas também para clubes e demais entidades que precisam acompanhar esse movimento tecnológico no mercado”, reforça. 

“Nesses três anos de operação, pudemos compreender que, mais do que expor currículos esportivos, a BeTheNext é um ambiente para a exposição de marcas – aquelas pessoais e aquelas corporativas – e, consequentemente, um espaço para se fazer sports business. Terra fértil em um mercado super tradicional e que necessita de uma disrupção imediata. Vale desde o atleta de base que está em início de carreira e que necessita de uma direção de profissionais multidisplinares, passando por aqueles mais avançados que investem energia na ampliação do seu networking visando crescimento profissional; para clubes e demais entidades esportivas que se posicionam compartilhando dados da sua estrutura, informações sobre peneiras ou seletivas, artigos relevantes e, ainda, para outros profissionais do esporte como Nutricionistas, Psicólogos do Esporte, Personal Trainers, etc, que divulgam seus serviços ou produtos. Uma verdadeira vitrine para ver e ser visto no mundo dos esportes” afirma Benjamin Lins, sócio e responsável pela relação institucional da empresa. “É preciso transmitir a mensagem de ‘quem o atleta é’ ou ‘quem quer ser’, sempre levando junto a sua marca pessoal, por meio do uso constante do aplicativo e uma postura profissional, dificilmente encorajada no âmbito esportivo” revela ainda Eduardo Maia – sócio e CTO – responsável pelo projeto tecnológico da plataforma. 

A missão inicial da startup curitibana de ser uma mera vitrine de atletas, ficou simplista frente ao grande desafio de atuar em um mercado super tradicional, dominado por “dinossauros” do esporte. “Quando lançamos a primeira versão do app em 2018, chegamos à ser comparados como anunciantes de jornal, só que diferente… para o esporte. Aos poucos a BeTheNext começou à ser observada de forma diferente. Está sendo um trabalho de formiguinha.”, afirma Regis Costa – o mais novo sócio da BeTheNext, que compõe o time de TI e é um dos responsáveis pela versatilidade do app na versão mobile para iOS. “Nos primeiros 2 meses visitei cerca de 30 clubes e falei pessoalmente com mais de 1000 atletas… um por um. Explicava para gestores que eles poderiam fazer uma busca direcionada, com diversos critérios específicos de busca por um atleta X e, assim, selecionar os melhores para formar o plantel das suas seleções. Mas esses gestores ‘old school’ não estavam e ainda não estão acostumadas com esse modelo online. Devagarinho estamos mostrando que somos uma rede social funcional, direta ao ponto. Isso não existia há 3 anos atrás. Está sendo revolucionário”, segundo Felipe, ao relembrar esse início.

A tecnologia está nos beneficiando dia após dia em mercados cada vez mais distintos. Certamente chegou a hora do segmento esportivo e a BeTheNext é uma das pioneiras nesse serviço e também como Sport Tech brasileira. Parabéns do Time BeTheNext! 

Saiba mais sobre a plataforma inovadora BeTheNext em http://bethenext.co. 

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Via: Assessoria de Imprensa BeTheNext .
Créditos Imagem Destaque: BeTheNext.
Fonte: BeTheNext / Estudo Liga Insights, BST – Brazil Sports Tech e Supera Parque, com o patrocínio do Derraik & Menezes Advogados, ENGIE, iDEXO e State, e apoio do Arena Hub, Inovativa Brasil e Sports Network.